Carioca, Bel Junqueira sempre gostou de estar nas ruas e nas praias. Até 2008, fotografava somente com os próprios olhos. A fotografia veio de maneira arrebatadora e, depois de um curso, não parou mais. Em 2010, foi contratada para integrar a equipe do extinto Jornal do Brasil e ali ficou por quase 1 ano, até a versão impressa do veículo acabar. O jornalismo, que sempre foi sua paixão, permitia a Bel estar em contato com pessoas e lugares diferentes. Passeou pela fotografia de eventos e de arquitetura, e participou, sendo assistente de fotografia, em 2011, do maior evento brasileiro de arquitetura, o Casa Cor. Em 2012, engravidou. Durante pouco mais de 1 ano, dedicou-se exclusivamente a seu filho, (re)conheceu uma nova forma de trabalhar e (re)pensou conceitos. A fotografia de família estava ali, naturalmente presente. A maternidade foi, portanto, um divisor de águas. O aprendizado que seu filho lhe trouxe permitiu um novo olhar, uma fotografia documental, que entrega ao mundo detalhes de um amor imenso e que transparece em suas fotografias.

A maternidade trouxe para a Bel profissional o que lhe faltou no começo da carreira quando era fotojornalista. Um olhar mais puro e mais doce sobre pequenos detalhes que somente quem gesta, seja fisicamente ou não, pode sentir. A batalha pelos direitos humanos a acompanha desde a adolescência, mas somente depois de ser mãe que o tema “mulheres encarceradas” se tornou seu principal projeto autoral. Membra do conselho administrativo da Associação Mulheres Encarceradas, integra a comunicação do coletivo pra estudar formas de diminuir a população carcerária feminina.

Membra do diretório que reune os melhores fotógrafos de família do mundo,

o Photographer Inspiration.

Bel Junqueira ama as grávidas, seus bebês e os que os cercam.

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